• Análise de Discurso Crítica

Terceira palestra do Ciclo de Palestras do GPE ADC&LSF

Boa noite!


Convidamos todas e todos para a terceira palestra do Ciclo de Palestras do GPE ADC&LSF que acontecerá dia 20/05 às 15h (Brasília). A fala da Professora Juliana de Freitas Dias terá como tema: Práticas insurgentes e críticas de leitura e de escrita na escola e na universidade.



Palestra - 20/05 às 15h (Brasília)

Palestrante: Juliana de Freitas Dias (UnB)

Mediação: Layane Campos Soares (UFU)


Práticas insurgentes e críticas de leitura e de escrita na escola e na universidade


Esta palestra trata de reflexões ontológicas, epistemológicas e metodológicas no âmbito da Análise de Discurso Crítica em tempos de decolonização (Santos, 2010; Lugones, 2014; Ballestrin, 2013) desenvolvidas por pesquisas do Grupo de Pesquisa Educação Crítica e Autoria Criativa (GECRIA- UnB/CNPq). A ênfase sociodiscursiva desse estudo está na (re)construção dos modos de representar, de ser, de sentir e de agir em relação à autoria criativa em comunidades de escrita coordenadas pelo GECRIA. Nosso objetivo é mobilizar saberes decoloniais para desencaixar as metodologias tradicionais das práticas escolarizadas em torno da leitura e da escrita. Propomos formas criativas e insurgentes de (re)encaixes com foco em rodas de escrita com professores/as e estudantes engajados/as em seus protagonismos como autores/as autônomos/as e criativos/as no bojo de uma pedagogia crítica de projetos (Dias, Coroa e Lima, 2018). Ao abrir essa fenda, o GECRIA insere estudantes e docentes como sujeitos diante de suas histórias, os quais penetram o espaço escolar através de novas formas de existir, de ser e de poder, com suas reexistências materializadas em textos autorais, em currículos vivos, legitimados pelo viés da decolonialidade, através de práticas pedagógicas transgressoras. Para esta apresentação, trazemos uma análise discursiva crítica de textos de participantes das nossas comunidades de escrita, que são também comunidades de mudança (hooks, 2013, Ribeiro e Dias, 2021), a fim de aprofundar uma construção teórico-metodológica em torno da Consciência Linguística Crítica- CLC (Clark, 1991; Leal, 2006; Dias, 2013), de modo a revisitar a agenda da CLC e propor a ideia de continuum entre letramentos de resistência e letramentos de reexistência.


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